acompanhamento pós-operatório

Seu protocolo, executado todos os dias.
Você entra quando precisa entrar.

A maior parte do pós-operatório é rotina e pode ser conduzida por um protocolo estruturado. O que é grave aciona você, com o trecho literal do que a paciente relatou, o dia de pós-operatório e a regra que disparou.

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eixo · dias de pós-operatóriojanela de acompanhamento · 30 d · 8 etapas
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o problema

O pós-operatório sai da clínica e cai no seu WhatsApp pessoal.

A paciente manda foto às 23 h. Liga no sábado. Descreve dor num áudio de dois minutos. A secretária responde a mesma dúvida de curativo trinta vezes na semana e não sabe qual pergunta é só ansiedade e qual é sinal.

A paciente que precisava avisar não avisa. Volta no retorno com a complicação já instalada. O retorno que ela desmarcou por WhatsApp, ninguém percebeu. E quando um caso é questionado depois, o que existe é memória — não registro.

A rotina consome a equipe. O que importa se perde no meio da rotina.

como funciona
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O protocolo é seu

As mensagens, os marcos em D+N e as regras de triagem são definidos pela equipe médica da clínica. O sistema executa o que você aprovou. Nunca decide no seu lugar, nunca improvisa uma resposta clínica.

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Nada se perde

Cada interação fica registrada com data, autor e versão do protocolo vigente. Se um caso for questionado depois, existe registro — o que a paciente disse, quando disse, o que a clínica respondeu e quem respondeu.

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Você é acionado com contexto

Quando uma regra dispara, chega até você o trecho literal do relato da paciente, o dia de pós-operatório, a regra acionada e o histórico recente. Sem rolar chat, sem caçar contexto.

D+4
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A rotina para de ocupar a equipe

Check-ins, pedidos de foto, orientações previstas em protocolo e lembretes de retorno saem sozinhos, no dia certo. A equipe fica livre para os casos que precisam de equipe.

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o que o sistema não faz

Não diagnostica. Não prescreve. Não substitui a avaliação médica.

O que o sistema não faz é o mesmo argumento do que ele faz bem. Julgamento clínico não se terceiriza a um chatbot.

não

Não gera resposta clínica livre

Toda mensagem enviada à paciente vem de um template aprovado pela clínica ou de uma FAQ revisada pela equipe. Quando não há resposta prevista, o caso é escalado — nunca improvisado.

não

Não emite hipótese diagnóstica

A classificação em rotina, atenção ou urgente é triagem operacional. Não afirma o que é ou o que não é complicação. A decisão clínica é sempre humana e sempre reclassificável.

não

Não indica nem ajusta medicação

O sistema não sugere fármaco, dose, via ou intervalo. Dúvida de medicação escala para a equipe da clínica.

não

Não altera protocolo em andamento

Ao iniciar uma jornada, a versão do protocolo é congelada. Editar o protocolo depois não muda o acompanhamento das pacientes que já estão em curso.

para quem é

Cirurgiões plásticos

Que respondem pelo pós-operatório das próprias pacientes e não aceitam depender do WhatsApp pessoal para saber que algo mudou.

Clínicas com equipe

Gestor, equipe assistencial e médicos com papéis distintos, isolamento por clínica e registro do que foi lido, dito e decidido.

Operação com padrão

Quem já trabalha com protocolo escrito e quer transformar a rotina em software — sem entregar julgamento clínico a um chatbot.

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